
O lançamento da candidatura de José Eduardo Dutra à presidência nacional do PT pela chapa Partido que Muda o Brasil foi marcado por um discurso emocionado, que colocou a platéia de pé e arrancou aplausos e lágrimas dos participantes.
Leia abaixo trecho do discurso de Dutra, em que ele resgata a trajetória de todos os presidentes nacionais do PT:
“Quero dizer que, se a militância, os filiados do partido dos Trabalhadores, me der a honra de ser presidente do PT, eu espero, eu acredito que eu possa honrar e seguir o trabalho de diversos companheiros, de diversos brasileiros que ocuparam esse mesmo cargo honroso de presidente do Partido dos Trabalhadores.
Se a militância do meu partido me eleger presidente do PT, eu quero honrar o trabalho e a trajetória daquele que foi o responsável pela criação do nosso partido. Daquele que é sem duvida nenhuma a maior liderança de esquerda – talvez do mundo. Daquele que saiu de Garanhuns, no Nordeste, foi para SP e ajudou a fortalecer o sindicato [dos Metalúrgicos do ABC], criou um partido. Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se tiver a honra de me eleger presidente do PT, eu quero estar a altura de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi o primeiro presidente do partido.
Eu quero dizer aos companheiros que, se a militância do meu partido me der a honra de ser presidente do PT, eu quero estar a altura da história, do trabalho e da competência de outro grande petista, de outro grande sindicalista bancário, que foi deputado, que foi presidente do PT e que foi governador do estado do Rio Grande do Sul. Eu quero, se a militância do meu partido me eleger, estar a altura de Olívio Dutra, que foi presidente do PT.
Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se militância do meu partido me der a honra de presidir o PT, estar a altura de um outro dirigente sindical, também bancário, ex-deputado federal, grande militante, ex-ministro, que num grande momento de crise do nosso partido foi à CPI dos Correios e talvez pela sua imagem frágil, talvez por aquilo que passasse uma certa fraqueza, despertou a ousadia de um monte de deputadozinho do PFL, mas que foram enfrentados por ele como um grande samurai da política, que fez calar a boca dos adversários. Eu quero, se for eleito presidente do PT, estar a altura de Luiz Gushiken, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se os filiados do meu partido me derem a honra de ser presidente desse partido, eu quero estar a altura de um outro companheiro, bravo deputado estadual, atualmente, em SP. Companheiro que lutou contra a ditadura, companheiro que dedicou a sua vida à luta pelas liberdades democráticas. Companheiro que dirigiu o partido num momento muito difícil, num momento de consenso do chamado neoliberalismo, o que levou à nossa derrota em 94. Eu quero, se for presidente do PT, estar à altura de Rui Falcão, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir o nosso partido, eu quero estar à altura de um dos maiores quadros da esquerda brasileira. Um companheiro que dedicou a sua vida pela democracia. Um companheiro que foi exilado. E um companheiro que, sem dúvida nenhuma, teve um papel decisivo na caminhada para a vitória de 2002. Eu quero, se a militância do nosso partido me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de José Dirceu de Oliveira e Silva.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura do trabalho, da competência, da dedicação, do compromisso com o socialismo, daquele seja talvez um dos mais brilhantes deputados que já ocuparam a cadeira nesta casa. Eu quero estar à altura de um companheiro que na ditadura teve o corpo torturado e que na democracia teve o coração, a mente e a alma torturados pelo mesmo cerco que foi feito contra o PT. Eu quero estar à altura de José Genoíno, que foi presidente deste partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura de outro bravo companheiro do nosso partido, que foi deputado, que foi prefeito de Porto Alegre. Que num momento muito difícil do PT deixou o ministério da educação para assumir a presidência do nosso partido. Se a militância do PT me der a honra de presidi-lo, eu quero estar a altura de Tarso Genro, que foi presidente do PT.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir este partido, eu quero estar à altura de um outro companheiro, que também dedicou a sua vida à luta da causa democrática e do socialismo. Um companheiro que teve um papel fundamental na reeleição de Lula ao apresentar o centro da tática da campanha – que fez, inclusive, com que o adversário tenha lançado mão, talvez, da peça mais ridícula de marketing político da história do mundo, que foi aquela camisa com o escudo da Petrobrás, escudo de Furnas, Escudo do BB. Eu quero, se a militância do PT me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar a altura do companheiro Marco Aurélio Garcia, que foi presidente do PT.
E eu quero também, minhas companheiras e meus companheiros, se vocês me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de um bravo companheiro, surgido também no movimento sindical bancário. Que se dispôs a disputar o PED talvez no momento mais grave da história do nosso partido. Que vem conduzindo esse partido no rumo da unidade e do seu fortalecimento. Se vocês, se milhares de militantes, do Brasil inteiro, do PT me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de Ricardo Berzoini, atual presidente do PT.”
Leia abaixo trecho do discurso de Dutra, em que ele resgata a trajetória de todos os presidentes nacionais do PT:
“Quero dizer que, se a militância, os filiados do partido dos Trabalhadores, me der a honra de ser presidente do PT, eu espero, eu acredito que eu possa honrar e seguir o trabalho de diversos companheiros, de diversos brasileiros que ocuparam esse mesmo cargo honroso de presidente do Partido dos Trabalhadores.
Se a militância do meu partido me eleger presidente do PT, eu quero honrar o trabalho e a trajetória daquele que foi o responsável pela criação do nosso partido. Daquele que é sem duvida nenhuma a maior liderança de esquerda – talvez do mundo. Daquele que saiu de Garanhuns, no Nordeste, foi para SP e ajudou a fortalecer o sindicato [dos Metalúrgicos do ABC], criou um partido. Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se tiver a honra de me eleger presidente do PT, eu quero estar a altura de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi o primeiro presidente do partido.
Eu quero dizer aos companheiros que, se a militância do meu partido me der a honra de ser presidente do PT, eu quero estar a altura da história, do trabalho e da competência de outro grande petista, de outro grande sindicalista bancário, que foi deputado, que foi presidente do PT e que foi governador do estado do Rio Grande do Sul. Eu quero, se a militância do meu partido me eleger, estar a altura de Olívio Dutra, que foi presidente do PT.
Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se militância do meu partido me der a honra de presidir o PT, estar a altura de um outro dirigente sindical, também bancário, ex-deputado federal, grande militante, ex-ministro, que num grande momento de crise do nosso partido foi à CPI dos Correios e talvez pela sua imagem frágil, talvez por aquilo que passasse uma certa fraqueza, despertou a ousadia de um monte de deputadozinho do PFL, mas que foram enfrentados por ele como um grande samurai da política, que fez calar a boca dos adversários. Eu quero, se for eleito presidente do PT, estar a altura de Luiz Gushiken, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se os filiados do meu partido me derem a honra de ser presidente desse partido, eu quero estar a altura de um outro companheiro, bravo deputado estadual, atualmente, em SP. Companheiro que lutou contra a ditadura, companheiro que dedicou a sua vida à luta pelas liberdades democráticas. Companheiro que dirigiu o partido num momento muito difícil, num momento de consenso do chamado neoliberalismo, o que levou à nossa derrota em 94. Eu quero, se for presidente do PT, estar à altura de Rui Falcão, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir o nosso partido, eu quero estar à altura de um dos maiores quadros da esquerda brasileira. Um companheiro que dedicou a sua vida pela democracia. Um companheiro que foi exilado. E um companheiro que, sem dúvida nenhuma, teve um papel decisivo na caminhada para a vitória de 2002. Eu quero, se a militância do nosso partido me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de José Dirceu de Oliveira e Silva.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura do trabalho, da competência, da dedicação, do compromisso com o socialismo, daquele seja talvez um dos mais brilhantes deputados que já ocuparam a cadeira nesta casa. Eu quero estar à altura de um companheiro que na ditadura teve o corpo torturado e que na democracia teve o coração, a mente e a alma torturados pelo mesmo cerco que foi feito contra o PT. Eu quero estar à altura de José Genoíno, que foi presidente deste partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura de outro bravo companheiro do nosso partido, que foi deputado, que foi prefeito de Porto Alegre. Que num momento muito difícil do PT deixou o ministério da educação para assumir a presidência do nosso partido. Se a militância do PT me der a honra de presidi-lo, eu quero estar a altura de Tarso Genro, que foi presidente do PT.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir este partido, eu quero estar à altura de um outro companheiro, que também dedicou a sua vida à luta da causa democrática e do socialismo. Um companheiro que teve um papel fundamental na reeleição de Lula ao apresentar o centro da tática da campanha – que fez, inclusive, com que o adversário tenha lançado mão, talvez, da peça mais ridícula de marketing político da história do mundo, que foi aquela camisa com o escudo da Petrobrás, escudo de Furnas, Escudo do BB. Eu quero, se a militância do PT me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar a altura do companheiro Marco Aurélio Garcia, que foi presidente do PT.
E eu quero também, minhas companheiras e meus companheiros, se vocês me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de um bravo companheiro, surgido também no movimento sindical bancário. Que se dispôs a disputar o PED talvez no momento mais grave da história do nosso partido. Que vem conduzindo esse partido no rumo da unidade e do seu fortalecimento. Se vocês, se milhares de militantes, do Brasil inteiro, do PT me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de Ricardo Berzoini, atual presidente do PT.”
José Eduardo Dutra
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