quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
JPT do Rio Grande do Norte começa atividades da Campanha de Mobilização
Foi dada a largada na Campanha de Mobilização da JPT/RN que está vivenciando uma agenda intensa de atividades.No dia 29/08 a Juventude do PT participou de reuniões realizadas em São Tomé, João Câmara e Antônio Martins.Em São Tomé esteve representada pela Secretária Estadual, Berna Azevedo, numa reunião com jovens simpatizantes e recém-filiados ao Partido. Neste momento, foi realizado um resgate histórico do PT, dos avanços do Governo Lula no tocante ao reconhecimento da juventude como sujeito de direitos, dialogado sobre o papel da juventude do Partido dos Trabalhadores no momento histórico vivenciado, bem como sobre a sua organização. Neste sentido, foi encaminhada a realização de um encontro na comunidade quilombola de Gameleiras, onde existe um número relevante de jovens simpatizantes e filiados ao PT, que terá o caráter de formação política e o objetivo de compor uma comissão municipal da JPT.Em João Câmara, Gustavo César, militante da JPT, participou da reunião do pólo do Mato Grande para articular a realização do Seminário de Formação Política desta região. Ficou definido que este acontecerá na cidade de Caiçara do Norte, com expectativa de participação de cem jovens, conforme repassado pelos representantes das cidades do Mato Grande, com data a ser definida. No mesmo sentido, a Coordenadora de Organização da JPT, Juliana Muniz, participou da reunião do pólo do Alto Oeste, em Antônio Martins, que tirou como encaminhamento a realização do Seminário Regional de Formação Política, na cidade de Rafael Fernandes, no dia 19/09.No dia 30/09, Juliana Muniz participou ainda da reunião do pólo do Médio Oeste, em Patu, para contribuir na articulação do Seminário de Formação Política da região, já agendado para acontecer nos dias 12 e 13/09 na cidade de Campo Grande.Os Seminários debaterão quatro temáticas: "O surgimento do PT", "O socialismo petista", "O Brasil que queremos" e "Estrutura e funcionamento", bem como tratarão da questão da organização da JPT nos municípios. Além dos seminários, em cada cidade visitada acontecerá a Jornada Cultural da JPT, que contará com a participação de artistas locais.No dia 26/09 a Campanha de Mobilização da JPT acontece na cidade de Parelhas, que fica na região do Seridó, onde acontecerá a mesma programação prevista para as demais cidades. Acesse sempre: http://www.jpt.org.br
JPT do Rio Grande do Norte começa atividades da Campanha de Mobilização
Foi dada a largada na Campanha de Mobilização da JPT/RN que está vivenciando uma agenda intensa de atividades.No dia 29/08 a Juventude do PT participou de reuniões realizadas em São Tomé, João Câmara e Antônio Martins.Em São Tomé esteve representada pela Secretária Estadual, Berna Azevedo, numa reunião com jovens simpatizantes e recém-filiados ao Partido. Neste momento, foi realizado um resgate histórico do PT, dos avanços do Governo Lula no tocante ao reconhecimento da juventude como sujeito de direitos, dialogado sobre o papel da juventude do Partido dos Trabalhadores no momento histórico vivenciado, bem como sobre a sua organização. Neste sentido, foi encaminhada a realização de um encontro na comunidade quilombola de Gameleiras, onde existe um número relevante de jovens simpatizantes e filiados ao PT, que terá o caráter de formação política e o objetivo de compor uma comissão municipal da JPT.Em João Câmara, Gustavo César, militante da JPT, participou da reunião do pólo do Mato Grande para articular a realização do Seminário de Formação Política desta região. Ficou definido que este acontecerá na cidade de Caiçara do Norte, com expectativa de participação de cem jovens, conforme repassado pelos representantes das cidades do Mato Grande, com data a ser definida. No mesmo sentido, a Coordenadora de Organização da JPT, Juliana Muniz, participou da reunião do pólo do Alto Oeste, em Antônio Martins, que tirou como encaminhamento a realização do Seminário Regional de Formação Política, na cidade de Rafael Fernandes, no dia 19/09.No dia 30/09, Juliana Muniz participou ainda da reunião do pólo do Médio Oeste, em Patu, para contribuir na articulação do Seminário de Formação Política da região, já agendado para acontecer nos dias 12 e 13/09 na cidade de Campo Grande.Os Seminários debaterão quatro temáticas: "O surgimento do PT", "O socialismo petista", "O Brasil que queremos" e "Estrutura e funcionamento", bem como tratarão da questão da organização da JPT nos municípios. Além dos seminários, em cada cidade visitada acontecerá a Jornada Cultural da JPT, que contará com a participação de artistas locais.No dia 26/09 a Campanha de Mobilização da JPT acontece na cidade de Parelhas, que fica na região do Seridó, onde acontecerá a mesma programação prevista para as demais cidades. Acesse sempre: http://www.jpt.org.br

O ex-senador José Eduardo Dutra fez uma vigorosa defesa do PT e do governo Lula no ato de lançamento de sua candidatura à presidência nacional do partido, ocorrido na terça-feira (25) à noite no plenário Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, em Brasília. Ele concorre pela chapa Partido que muda o Brasil.
“Por diversas vezes os profetas do apocalipse pregaram o fim do PT. Com as greves, diziam que o radicalismo ia acabar com o PT. Quando caiu o muro de Berlim, na década de 90, com a consolidação do projeto neoliberal, em 1994, quando fomos derrotados e, o que é mais impressionante, até quando ganhamos profetizaram o fim do PT. Diziam que o PT não teria a capacidade de governar o país”, disse Dutra.
Depois, completou: “Quando começaram a ver os resultados do governo, eles passaram a dizer que era sorte. Em setembro de 2008 soltaram foguetes (com a crise internacional): agora vai! Mas o Brasil foi o último a entrar e o primeiro a sair da crise”.
Dutra lembrou que os setores conservadores sempre tratam o PT com uma "alegria raivosa", citando uma expressão usada por Chico Buarque durante a crise de 2005. Disse que, naquela crise, PSDB, o DEM ficaram felizes por poder dizer que o PT era igual a eles.
“Mas o PT mostrou que não era igual a eles. Tivemos a ousadia de convocar os militantes e mais 300 mil compareceram e elegeram o presidente Berzoini. Temos problemas, mas temos a capacidade de apontar a esperança para o povo brasileiro”.
No fim do discurso, Dutra fez uma deferência especial a todos os presidentes do PT, de Lula a Berzoini, e disse que quer estar à altura deles.
Unidade
Participaram do ato, que lotou o plenário, dezenas de lideranças nacionais e regionais, entre ministros, governadores, prefeitos, deputados e senadores, além de dirigentes e militantes petistas de todo o país.
Também estiveram presentes três outros candidatos à presidência do PT: José Eduardo Cardozo, Iriny Lopes e Geraldo Magela. Eles afirmaram que estavam ali para mostrar o grau de unidade do partido, independentemente da disputa interna.
No discurso de abertura do ato, o presidente Ricardo Berzoini também destacou a presença dos candidatos como um fator de coesão.
“Isso mostra a coesão e a unidade partidária. Vamos passar por um processo de debate profundo e programático, mas também fraterno, porque todos compomos o partido que construiu o caminho para a mudança do Brasil”.
Orgulho petista
Todas as demais falas defenderam o PT das acusações sofridas nos últimos dias e destacaram a importância do partido no processo de mudanças pelo qual passa o país.
A senadora Ideli Salvatti levantou o plenário ao falar do “orgulho de ser petista” e de ajudar a construir um governo que está eliminando a miséria no Brasil.
“Para os envergonhados que saíram, quero dizer que tenho muito orgulho de ser do PT. Nada mais corrupto do que submeter a população à miséria. No governo Lula, na crise, enfrenta a pobreza. Temos orgulho da ética petista”, dissse.
Já o governador de Sergipe, Marcelo Deda, destacou que seus êxitos no comando do Estado não seriam possíveis sem o PT e sem a colaboração de aliados. Ele condenou a permanente campanha da mídia contra o partido.
“Nosso partido está unido. Os que nos acusam de aliancismo são os mesmos que nos acusavam de sectarismo. Os que nos acusam de senso de pragmatismo, nos acusavam de irresponsabilidade porque não nos somávamos ao projeto neoliberal. O ódio resulta porque a social-democracia vendeu a alma ao mercado. O ódio do DEM acontece porque o DEM não resiste a um exame de DNA. O melhor que podemos dizer dele é que é neto da Arena, sustentou a ditadura e governos patrimonialistas. Tenho orgulho de dizer que sou governador do PT”, disse Deda.
“Por diversas vezes os profetas do apocalipse pregaram o fim do PT. Com as greves, diziam que o radicalismo ia acabar com o PT. Quando caiu o muro de Berlim, na década de 90, com a consolidação do projeto neoliberal, em 1994, quando fomos derrotados e, o que é mais impressionante, até quando ganhamos profetizaram o fim do PT. Diziam que o PT não teria a capacidade de governar o país”, disse Dutra.
Depois, completou: “Quando começaram a ver os resultados do governo, eles passaram a dizer que era sorte. Em setembro de 2008 soltaram foguetes (com a crise internacional): agora vai! Mas o Brasil foi o último a entrar e o primeiro a sair da crise”.
Dutra lembrou que os setores conservadores sempre tratam o PT com uma "alegria raivosa", citando uma expressão usada por Chico Buarque durante a crise de 2005. Disse que, naquela crise, PSDB, o DEM ficaram felizes por poder dizer que o PT era igual a eles.
“Mas o PT mostrou que não era igual a eles. Tivemos a ousadia de convocar os militantes e mais 300 mil compareceram e elegeram o presidente Berzoini. Temos problemas, mas temos a capacidade de apontar a esperança para o povo brasileiro”.
No fim do discurso, Dutra fez uma deferência especial a todos os presidentes do PT, de Lula a Berzoini, e disse que quer estar à altura deles.
Unidade
Participaram do ato, que lotou o plenário, dezenas de lideranças nacionais e regionais, entre ministros, governadores, prefeitos, deputados e senadores, além de dirigentes e militantes petistas de todo o país.
Também estiveram presentes três outros candidatos à presidência do PT: José Eduardo Cardozo, Iriny Lopes e Geraldo Magela. Eles afirmaram que estavam ali para mostrar o grau de unidade do partido, independentemente da disputa interna.
No discurso de abertura do ato, o presidente Ricardo Berzoini também destacou a presença dos candidatos como um fator de coesão.
“Isso mostra a coesão e a unidade partidária. Vamos passar por um processo de debate profundo e programático, mas também fraterno, porque todos compomos o partido que construiu o caminho para a mudança do Brasil”.
Orgulho petista
Todas as demais falas defenderam o PT das acusações sofridas nos últimos dias e destacaram a importância do partido no processo de mudanças pelo qual passa o país.
A senadora Ideli Salvatti levantou o plenário ao falar do “orgulho de ser petista” e de ajudar a construir um governo que está eliminando a miséria no Brasil.
“Para os envergonhados que saíram, quero dizer que tenho muito orgulho de ser do PT. Nada mais corrupto do que submeter a população à miséria. No governo Lula, na crise, enfrenta a pobreza. Temos orgulho da ética petista”, dissse.
Já o governador de Sergipe, Marcelo Deda, destacou que seus êxitos no comando do Estado não seriam possíveis sem o PT e sem a colaboração de aliados. Ele condenou a permanente campanha da mídia contra o partido.
“Nosso partido está unido. Os que nos acusam de aliancismo são os mesmos que nos acusavam de sectarismo. Os que nos acusam de senso de pragmatismo, nos acusavam de irresponsabilidade porque não nos somávamos ao projeto neoliberal. O ódio resulta porque a social-democracia vendeu a alma ao mercado. O ódio do DEM acontece porque o DEM não resiste a um exame de DNA. O melhor que podemos dizer dele é que é neto da Arena, sustentou a ditadura e governos patrimonialistas. Tenho orgulho de dizer que sou governador do PT”, disse Deda.

O lançamento da candidatura de José Eduardo Dutra à presidência nacional do PT pela chapa Partido que Muda o Brasil foi marcado por um discurso emocionado, que colocou a platéia de pé e arrancou aplausos e lágrimas dos participantes.
Leia abaixo trecho do discurso de Dutra, em que ele resgata a trajetória de todos os presidentes nacionais do PT:
“Quero dizer que, se a militância, os filiados do partido dos Trabalhadores, me der a honra de ser presidente do PT, eu espero, eu acredito que eu possa honrar e seguir o trabalho de diversos companheiros, de diversos brasileiros que ocuparam esse mesmo cargo honroso de presidente do Partido dos Trabalhadores.
Se a militância do meu partido me eleger presidente do PT, eu quero honrar o trabalho e a trajetória daquele que foi o responsável pela criação do nosso partido. Daquele que é sem duvida nenhuma a maior liderança de esquerda – talvez do mundo. Daquele que saiu de Garanhuns, no Nordeste, foi para SP e ajudou a fortalecer o sindicato [dos Metalúrgicos do ABC], criou um partido. Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se tiver a honra de me eleger presidente do PT, eu quero estar a altura de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi o primeiro presidente do partido.
Eu quero dizer aos companheiros que, se a militância do meu partido me der a honra de ser presidente do PT, eu quero estar a altura da história, do trabalho e da competência de outro grande petista, de outro grande sindicalista bancário, que foi deputado, que foi presidente do PT e que foi governador do estado do Rio Grande do Sul. Eu quero, se a militância do meu partido me eleger, estar a altura de Olívio Dutra, que foi presidente do PT.
Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se militância do meu partido me der a honra de presidir o PT, estar a altura de um outro dirigente sindical, também bancário, ex-deputado federal, grande militante, ex-ministro, que num grande momento de crise do nosso partido foi à CPI dos Correios e talvez pela sua imagem frágil, talvez por aquilo que passasse uma certa fraqueza, despertou a ousadia de um monte de deputadozinho do PFL, mas que foram enfrentados por ele como um grande samurai da política, que fez calar a boca dos adversários. Eu quero, se for eleito presidente do PT, estar a altura de Luiz Gushiken, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se os filiados do meu partido me derem a honra de ser presidente desse partido, eu quero estar a altura de um outro companheiro, bravo deputado estadual, atualmente, em SP. Companheiro que lutou contra a ditadura, companheiro que dedicou a sua vida à luta pelas liberdades democráticas. Companheiro que dirigiu o partido num momento muito difícil, num momento de consenso do chamado neoliberalismo, o que levou à nossa derrota em 94. Eu quero, se for presidente do PT, estar à altura de Rui Falcão, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir o nosso partido, eu quero estar à altura de um dos maiores quadros da esquerda brasileira. Um companheiro que dedicou a sua vida pela democracia. Um companheiro que foi exilado. E um companheiro que, sem dúvida nenhuma, teve um papel decisivo na caminhada para a vitória de 2002. Eu quero, se a militância do nosso partido me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de José Dirceu de Oliveira e Silva.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura do trabalho, da competência, da dedicação, do compromisso com o socialismo, daquele seja talvez um dos mais brilhantes deputados que já ocuparam a cadeira nesta casa. Eu quero estar à altura de um companheiro que na ditadura teve o corpo torturado e que na democracia teve o coração, a mente e a alma torturados pelo mesmo cerco que foi feito contra o PT. Eu quero estar à altura de José Genoíno, que foi presidente deste partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura de outro bravo companheiro do nosso partido, que foi deputado, que foi prefeito de Porto Alegre. Que num momento muito difícil do PT deixou o ministério da educação para assumir a presidência do nosso partido. Se a militância do PT me der a honra de presidi-lo, eu quero estar a altura de Tarso Genro, que foi presidente do PT.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir este partido, eu quero estar à altura de um outro companheiro, que também dedicou a sua vida à luta da causa democrática e do socialismo. Um companheiro que teve um papel fundamental na reeleição de Lula ao apresentar o centro da tática da campanha – que fez, inclusive, com que o adversário tenha lançado mão, talvez, da peça mais ridícula de marketing político da história do mundo, que foi aquela camisa com o escudo da Petrobrás, escudo de Furnas, Escudo do BB. Eu quero, se a militância do PT me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar a altura do companheiro Marco Aurélio Garcia, que foi presidente do PT.
E eu quero também, minhas companheiras e meus companheiros, se vocês me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de um bravo companheiro, surgido também no movimento sindical bancário. Que se dispôs a disputar o PED talvez no momento mais grave da história do nosso partido. Que vem conduzindo esse partido no rumo da unidade e do seu fortalecimento. Se vocês, se milhares de militantes, do Brasil inteiro, do PT me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de Ricardo Berzoini, atual presidente do PT.”
Leia abaixo trecho do discurso de Dutra, em que ele resgata a trajetória de todos os presidentes nacionais do PT:
“Quero dizer que, se a militância, os filiados do partido dos Trabalhadores, me der a honra de ser presidente do PT, eu espero, eu acredito que eu possa honrar e seguir o trabalho de diversos companheiros, de diversos brasileiros que ocuparam esse mesmo cargo honroso de presidente do Partido dos Trabalhadores.
Se a militância do meu partido me eleger presidente do PT, eu quero honrar o trabalho e a trajetória daquele que foi o responsável pela criação do nosso partido. Daquele que é sem duvida nenhuma a maior liderança de esquerda – talvez do mundo. Daquele que saiu de Garanhuns, no Nordeste, foi para SP e ajudou a fortalecer o sindicato [dos Metalúrgicos do ABC], criou um partido. Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se tiver a honra de me eleger presidente do PT, eu quero estar a altura de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi o primeiro presidente do partido.
Eu quero dizer aos companheiros que, se a militância do meu partido me der a honra de ser presidente do PT, eu quero estar a altura da história, do trabalho e da competência de outro grande petista, de outro grande sindicalista bancário, que foi deputado, que foi presidente do PT e que foi governador do estado do Rio Grande do Sul. Eu quero, se a militância do meu partido me eleger, estar a altura de Olívio Dutra, que foi presidente do PT.
Eu quero, minhas companheiras e meus companheiros, se militância do meu partido me der a honra de presidir o PT, estar a altura de um outro dirigente sindical, também bancário, ex-deputado federal, grande militante, ex-ministro, que num grande momento de crise do nosso partido foi à CPI dos Correios e talvez pela sua imagem frágil, talvez por aquilo que passasse uma certa fraqueza, despertou a ousadia de um monte de deputadozinho do PFL, mas que foram enfrentados por ele como um grande samurai da política, que fez calar a boca dos adversários. Eu quero, se for eleito presidente do PT, estar a altura de Luiz Gushiken, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se os filiados do meu partido me derem a honra de ser presidente desse partido, eu quero estar a altura de um outro companheiro, bravo deputado estadual, atualmente, em SP. Companheiro que lutou contra a ditadura, companheiro que dedicou a sua vida à luta pelas liberdades democráticas. Companheiro que dirigiu o partido num momento muito difícil, num momento de consenso do chamado neoliberalismo, o que levou à nossa derrota em 94. Eu quero, se for presidente do PT, estar à altura de Rui Falcão, que foi presidente do nosso partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir o nosso partido, eu quero estar à altura de um dos maiores quadros da esquerda brasileira. Um companheiro que dedicou a sua vida pela democracia. Um companheiro que foi exilado. E um companheiro que, sem dúvida nenhuma, teve um papel decisivo na caminhada para a vitória de 2002. Eu quero, se a militância do nosso partido me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de José Dirceu de Oliveira e Silva.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura do trabalho, da competência, da dedicação, do compromisso com o socialismo, daquele seja talvez um dos mais brilhantes deputados que já ocuparam a cadeira nesta casa. Eu quero estar à altura de um companheiro que na ditadura teve o corpo torturado e que na democracia teve o coração, a mente e a alma torturados pelo mesmo cerco que foi feito contra o PT. Eu quero estar à altura de José Genoíno, que foi presidente deste partido.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do meu partido me der a honra de presidi-lo, eu quero estar à altura de outro bravo companheiro do nosso partido, que foi deputado, que foi prefeito de Porto Alegre. Que num momento muito difícil do PT deixou o ministério da educação para assumir a presidência do nosso partido. Se a militância do PT me der a honra de presidi-lo, eu quero estar a altura de Tarso Genro, que foi presidente do PT.
Minhas companheiras e meus companheiros, se a militância do PT me der a honra de presidir este partido, eu quero estar à altura de um outro companheiro, que também dedicou a sua vida à luta da causa democrática e do socialismo. Um companheiro que teve um papel fundamental na reeleição de Lula ao apresentar o centro da tática da campanha – que fez, inclusive, com que o adversário tenha lançado mão, talvez, da peça mais ridícula de marketing político da história do mundo, que foi aquela camisa com o escudo da Petrobrás, escudo de Furnas, Escudo do BB. Eu quero, se a militância do PT me der a honra de presidir esse partido, eu quero estar a altura do companheiro Marco Aurélio Garcia, que foi presidente do PT.
E eu quero também, minhas companheiras e meus companheiros, se vocês me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de um bravo companheiro, surgido também no movimento sindical bancário. Que se dispôs a disputar o PED talvez no momento mais grave da história do nosso partido. Que vem conduzindo esse partido no rumo da unidade e do seu fortalecimento. Se vocês, se milhares de militantes, do Brasil inteiro, do PT me derem a honra de presidir esse partido, eu quero estar à altura de Ricardo Berzoini, atual presidente do PT.”
José Eduardo Dutra
segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Comissão Parlamentar de Inquérito foi amplamente criticada por manifestantes.Por Isabela SantosFotos: Isabela SantosRepresentantes do sindicato dos petroleiros (Sindipetro-RN), CUT, UNE, Ubes e partidos políticos manifestaram-se contra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a empresa e se colocaram a favor de uma nova legislação para o setor. A movimentação foi na manhã desta terça-feira (26), em frente à sede da Petrobras em Natal.O presidente do Sindipetro-RN, Márcio Dias, considerou a manifestação primeiramente “a favor da Petrobras”. “O regime de exploração é por concessão, ou seja, tira do Estado o controle do petróleo; quando é explorado e extraído passa a ser da empresa que o encontrou”, explicou. “O petróleo não pode ser considerado uma mercadoria qualquer”, alegou a mudança no regime de concessão como motivo para reivindicar.Quanto à CPI, Márcio Dantas e demais manifestantes a qualificam como “eleitoreira”. Para ele, a Petrobras deve ser investigada, sim, mas não por uma CPI. “Já existe fiscalização por Tribunal de Contas, órgãos ambientais e outros”, diz.Para a deputada federal Fátima Bezerra (PT), a Comissão está sendo formada por “tucanos desesperados” que não têm projetos, nem rumos e “estão de olho em 2010”.Em sua opinião, a iniciativa tem caráter eleitoreiro e visa impedir os avanços na legislação e regulamentação do pré-sal, além de ameaçar iniciativas de privatização da empresa.

Pré-Sal deve ser usado em benefício da nação, defendem petistas Parlamentares da bancada do PT na Câmara defenderam ontem, no Plenário da Câmara, mudanças profundas na Lei do Petróleo (9.478/97), que estabelece as atividades de exploração do petróleo no País. As mudanças, afirmaram, devem considerar o princípio de que todas as riquezas derivadas do pré-Sal pertencem à nação brasileira devendo, portanto, serem convertidas em desenvolvimento social e econômico. Os petistas, que participaram de Comissão Geral para debater o tema, também criticaram os defensores da CPI criada no Senado para investigar a Petrobras. Sobre a nova lei o deputado Fernando Ferro (PT-PE) afirmou que o Brasil está diante de uma grande oportunidade de desenvolvimento, cabendo ao Congresso Nacional entregar ao País uma legislação que assegure à população os benefícios obtidos a partir das suas riquezas naturais. “O mundo mudou e estamos vivendo um debate ideológico neste momento. Foi exatamente este processo que, no passado, comandou as privatizações no Brasil. O País tem a oportunidade de dar um salto gigantesco com essa descoberta no pré-Sal, mas isso dependerá de uma boa gestão destes recursos”, defendeu. Para o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), o debate central neste momento, é exatamente o novo marco regulatório para o setor e não a pauta da oposição, que insiste investigar a Petrobras. “Temos que discutir o petróleo e não mais uma CPI, que tem gerado poucas contribuições para o País. O principal desafio é encontrarmos mecanismos para assegurar desenvolvimento e tecnologia com o pré-Sal”, afirmou. Credibilidade – O deputado Luiz Alberto (PT-BA), vice-presidente da Comissão de Minas e Energia, ressaltou a credibilidade da Petrobras e reiterou o interesse do governo em assegurar que os recursos do pré-Sal sejam usados em benefício da nação. Ele também criticou a oposição e disse que é incoerente que uma das empresas mais bem cuidadas e auditadas do Brasil seja objeto de uma CPI. Na avaliação do deputado Pedro Eugênio (PT-PE), a preocupação com a soberania nacional deve ser uma das principais diretrizes no novo marco regulatório para o setor. “No momento em que se discute o novo marco, é importante considerar alguns pontos. Não podemos nos limitar apenas à discussão fiscal. É uma questão de soberania nacional, do controle sobre o principal ativo do pré-Sal”, disse. Desmistificação – O representante da Federação Única dos Petroleiros, João Antonio de Moraes contestou as ponderações feitas em Plenário por parlamentares da oposição, que atribuíram o sucesso da Petrobras à quebra de monopólio do petróleo, no governo Fernando Henrique Cardoso. “A descoberta do pré-Sal não é resultado da quebra do monopólio do petróleo e, sim, da eficiência da Petrobras. Se o Brasil se encontra hoje em uma condição singular para enfrentar a crise, se deve ao povo brasileiro que resistiu ao modelo de privatização do governo FHC”, avaliou. Brasil produzirá 4 milhões de barris/dia e vai gerar 1 milhão de empregos com pré-Sal O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme de Oliveira Estrella, disse que o pré-Sal fará com que o país amplie a produção dos atuais 2 milhões de barris de petróleo por dia, para 4 milhões de barris em 2020. O aumento na produção, de acordo com o diretor, também resultará na geração de cerca de 1 milhões de empregos, diretos e indiretos. A afirmação foi feita ontem, durante Comissão Geral no Plenário da Câmara, para discutir a política de exploração das reservas de petróleo na camada do pré-Sal, descobertos pela Petrobras em 2007. “O petróleo continuará sendo, na matriz energética mundial, um componente extremamente importante no suprimento energético dos países. Este montante será possível, devido às nossas descobertas no pré-Sal, que serão plenamente exploradas a partir de 2011, 2013”, afirmou Estrella. Segundo ele, atualmente já existe uma sonda teste instalada no pré-sal que produz entre 20 e 30 mil barris de petróleo por dia. O principal objetivo do experimento é fornecer dados que serão utilizados para as futuras explorações. A previsão, de acordo com o diretor, é de que em dezembro deste ano seja instalada a primeira plataforma piloto na região de Tupi, com capacidade para extrair 100 mil barris de petróleo e outros 4 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. “Com este significativo incremento da produção de gás no mercado brasileiro esperamos, em 2011, produzir cerca de 70 milhões de metros cúbicos de gás por dia, o suficiente para suprir as necessidades do mercado nacional”, explicou Estrella. Um dos grandes diferenciais para este novo momento de petróleo no País, segundo Estrella, é o baixo risco oferecido pelo pré-sal. Desafios - Toda esta riqueza, de acordo com o executivo, exigirá grandes investimentos em tecnologias de automação e representa um grande desafio para a engenharia nacional. “Estamos muito longe da costa brasileira. Temos que investir em novos instrumentos e encontrar soluções, por exemplo, para o problema do alto índice de corrosão dos equipamentos. Estamos diante de um enorme desafio da engenharia brasileira”, afirmou. O desafio é grande, no entanto, na avaliação do diretor, a Petrobras está preparada. “É uma oportunidade de desenvolvimento tecnológico no país, mas que exigirá soluções inovadoras e, com certeza, a Petrobras tem hoje condições de fazer esta exploração. Para isso, teremos que produzir um conjunto de equipamentos até 2020. Equipamentos de maior parte, que hoje são importados, terão obrigatoriamente, que ser produzidos no Brasil”. Marco regulatório para pré-Sal chega à Câmara em agosto O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou ontem que o marco regulatório sobre a exploração de petróleo na camada do pré-Sal deve ser enviado à Câmara dos Deputados até agosto. Durante Comissão Geral da Câmara que discutiu o tema, Lobão disse que, com as descobertas recentes, o Brasil terá reservas suficientes para 40 anos e poderá fazer parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). BNDES vai financiar expansão da cadeia produtiva de petróleo O BNDES vai financiar expansão da cadeia produtiva de petróleo. O assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Rafael Oliva Augusto, afirmou que o banco pretende financiar a expansão da cadeia produtiva de petróleo e gás na medida que caminharem os investimentos no pré-Sal. Segundo ele, seriam necessários aproximadamente 5 bilhões de dólares (cerca de R$ 9,8 bilhões) para completar a cadeia de investimento. "O banco enxerga a perspectiva de grande número de investimentos com uma enorme oportunidade de ampliação e fortalecimento competitivo da indústria e de desenvolvimento científico", afirmou o assessor, durante Comissão geral na Câmara que discute a política de exploração do pré-Sal. Augusto informou que o BNDES definiu diretrizes para conduzir o desenvolvimento de uma política industrial para o petróleo. Essas diretrizes incluem o desenvolvimento de estaleiros competitivos internacionalmente, o fortalecimento da engenharia nacional e a atração de empresas estrangeiras para parceria com fornecedores nacionais, entre outras.

Duas pesquisas divulgadas entre31/05 e 1/06 – Datafolha e CNT/Sensus – confirmam os dados do levantamento PT/Vox Populi realizado no início de maio. Nos dois casos, aprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a bater recorde e a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, cresceu na preferência do eleitor para a disputa presidencial de 2010.
Segundo o Datafolha, realizado entre os dias 26 e 28 de maio, 69%dos entrevistados classificam o governo como ótimo/bom. A administração é regular para 24% e ruim/péssima para 6%. Já a nota média dada a Lula alcançou 7,6 – igual a de novembro do ano passado e a maior desde que assumiu a Presidência, em janeiro de 2003.
O diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, diz que "a queda anterior era o efeito direto da crise". Mas que, "com a população mais confiante quanto ao desempenho do governo frente à crise, o governo recuperou o nível de aprovação".
Ainda segundo o Datafolha, 63% dos entrevistados apontam como ótima/boa a performance do governo Lula na área econômica, a melhor avaliação desde 2004. O desempenho do governo é regular, nesse quesito, para 29%dos entrevistados, sendo ruim/péssimo para 7%.
Na CNT/Sensus, 84% aprovam o desempenho pessoal do presidente. É a melhor avaliação já atingida por um ocupante da presidência desde o início da pesquisa, em 2001. Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%.
A avaliação do governo também teve avaliação recorde na CNT/Sensus. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento de dezembro passado.
Esse percentual representa um aumento de 15,9 pontos percentuais em relação à aprovação do governo em janeiro de 2003, quando o petista assumia o governo do país.
“Há uma forte esperança no futuro, centrada no discurso e nas medidas que o governo tomou. O presidente consegue passar seu discurso positivo para a população. O discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança”, avaliou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 24 estados e 136 municípios entre 26 e 30 de maio. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
Presidência
Na disputa pela Presidência da República, as duas pesquisas mostram que a ministra Dilma encurtou consideravelmente a distância entre a sua pré-candidatura a presidente e a do tucano José Serra.
No Datafolha, a diferença, que estava em 30 pontos percentuais em março, agora caiu para 22 pontos. No principal cenário do novo levantamento, Dilma tem 16% das intenções de voto, contra 38% de Serra. Em relação à pesquisa anterior, a ministra subiu cinco pontos percentuais, enquanto o tucano paulista perdeu três. O crescimento levou Dilma à segunda colocação, empatada tecnicamente com o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que oscilou de 16% para 15%.
Na CNT/Sensus, a diferença caiu para de 29 para17 pontos. Na última pesquisa estimulada, realizada em março, ela tinha 16,3% das intenções de voto, contra 23,5% no levantamento apresentado nesta manhã. Enquanto a petista subiu, o governador de São Paulo, José Serra, registrou uma leve queda, de 45,7% para 40,4%.
Em relação a última pesquisa, divulgada no dia 30 de março, Dilma cresceu 7,2 pontos percentuais, enquanto o governador de São Paulo caiu 5,3 pontos na avaliação dos 2 mil entrevistados. No cenário, em que Dilma representa o PT e Serra, o PSDB, a candidata do PSOL Heloísa Helena aparece com 10,7%.
Já na pesquisa espontânea, há um empate técnico entre Dilma e Serra. A petista aparece com 5,4% nas intenções de voto, enquanto o tucano tem 5,7%. Nesta modalidade espontânea, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o mais citado, com 26,2%. Aécio Neves ficou com 3% e Ciro Gomes, 1,1%.
Confiança na economia
A pesquisa Datafolha mostra ainda que, em comparação a março, o brasileiro está mais otimista. Para 40% dos entrevistados, a situação econômica do país vai melhorar nos próximos meses. Na opinião de 15%, vai piorar.
Para 41%, fica como está. Segundo o Datafolha, 43% acreditam que a taxa de desemprego vai aumentar no país.Em março, porém, esse índice chegou a 59% dos entrevistados.
Hoje, 24% acreditam que o desemprego vai cair e 29% afirmam que ficará como está. De 2008 até março, 48% dos entrevistados apostavam no aumento da inflação. Hoje esse risco existe para 36%. Para 43% dos entrevistados, a inflação "vai ficar como está", enquanto 14% acreditam numa redução.
A aposta na manutenção da inflação nos mesmos patamares é maior entre os entrevistados com nível de escolaridade superior (52%) e renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos (57%).
Segundo o Datafolha, realizado entre os dias 26 e 28 de maio, 69%dos entrevistados classificam o governo como ótimo/bom. A administração é regular para 24% e ruim/péssima para 6%. Já a nota média dada a Lula alcançou 7,6 – igual a de novembro do ano passado e a maior desde que assumiu a Presidência, em janeiro de 2003.
O diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, diz que "a queda anterior era o efeito direto da crise". Mas que, "com a população mais confiante quanto ao desempenho do governo frente à crise, o governo recuperou o nível de aprovação".
Ainda segundo o Datafolha, 63% dos entrevistados apontam como ótima/boa a performance do governo Lula na área econômica, a melhor avaliação desde 2004. O desempenho do governo é regular, nesse quesito, para 29%dos entrevistados, sendo ruim/péssimo para 7%.
Na CNT/Sensus, 84% aprovam o desempenho pessoal do presidente. É a melhor avaliação já atingida por um ocupante da presidência desde o início da pesquisa, em 2001. Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%.
A avaliação do governo também teve avaliação recorde na CNT/Sensus. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento de dezembro passado.
Esse percentual representa um aumento de 15,9 pontos percentuais em relação à aprovação do governo em janeiro de 2003, quando o petista assumia o governo do país.
“Há uma forte esperança no futuro, centrada no discurso e nas medidas que o governo tomou. O presidente consegue passar seu discurso positivo para a população. O discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança”, avaliou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 24 estados e 136 municípios entre 26 e 30 de maio. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
Presidência
Na disputa pela Presidência da República, as duas pesquisas mostram que a ministra Dilma encurtou consideravelmente a distância entre a sua pré-candidatura a presidente e a do tucano José Serra.
No Datafolha, a diferença, que estava em 30 pontos percentuais em março, agora caiu para 22 pontos. No principal cenário do novo levantamento, Dilma tem 16% das intenções de voto, contra 38% de Serra. Em relação à pesquisa anterior, a ministra subiu cinco pontos percentuais, enquanto o tucano paulista perdeu três. O crescimento levou Dilma à segunda colocação, empatada tecnicamente com o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que oscilou de 16% para 15%.
Na CNT/Sensus, a diferença caiu para de 29 para17 pontos. Na última pesquisa estimulada, realizada em março, ela tinha 16,3% das intenções de voto, contra 23,5% no levantamento apresentado nesta manhã. Enquanto a petista subiu, o governador de São Paulo, José Serra, registrou uma leve queda, de 45,7% para 40,4%.
Em relação a última pesquisa, divulgada no dia 30 de março, Dilma cresceu 7,2 pontos percentuais, enquanto o governador de São Paulo caiu 5,3 pontos na avaliação dos 2 mil entrevistados. No cenário, em que Dilma representa o PT e Serra, o PSDB, a candidata do PSOL Heloísa Helena aparece com 10,7%.
Já na pesquisa espontânea, há um empate técnico entre Dilma e Serra. A petista aparece com 5,4% nas intenções de voto, enquanto o tucano tem 5,7%. Nesta modalidade espontânea, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o mais citado, com 26,2%. Aécio Neves ficou com 3% e Ciro Gomes, 1,1%.
Confiança na economia
A pesquisa Datafolha mostra ainda que, em comparação a março, o brasileiro está mais otimista. Para 40% dos entrevistados, a situação econômica do país vai melhorar nos próximos meses. Na opinião de 15%, vai piorar.
Para 41%, fica como está. Segundo o Datafolha, 43% acreditam que a taxa de desemprego vai aumentar no país.Em março, porém, esse índice chegou a 59% dos entrevistados.
Hoje, 24% acreditam que o desemprego vai cair e 29% afirmam que ficará como está. De 2008 até março, 48% dos entrevistados apostavam no aumento da inflação. Hoje esse risco existe para 36%. Para 43% dos entrevistados, a inflação "vai ficar como está", enquanto 14% acreditam numa redução.
A aposta na manutenção da inflação nos mesmos patamares é maior entre os entrevistados com nível de escolaridade superior (52%) e renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos (57%).
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